sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dia do Amor

Ora então, chegámos finalmente ao 14 de fevereiro: o dia em que as redes sociais se enchem de declarações de amor, flores, chocolates e de casais apaixonados.
Acho que o dia dos namorados, para aqueles que se amam devia estender-se ao ano inteiro. O amor está nas mais pequenas coisas e para os casais, existe sempre qualquer coisa que diariamente os torna mais apaixonados.
Para mim, o amor é:
- Tolerar que o parceiro se babe enquanto dorme
- Não ir dormir para o sofá só porque o parceiro ressona
- É respirar fundo quando se dizem coisas menos boas
- É fazer desenhos com corações
- É planear o futuro com cães, filhos e uma casa fofinha
- É dar lições que de nada servem relativamente ao tampo da sanita
- É um "preciso da tua ajuda"
- "Abre-me isto que eu não tenho força"
- É quando o homem leva os sacos mais pesados de compras (porque eu sou fraquinha)
- É rir de quando o outro se aleija (mas ainda assim preocupar-se)
 
... e tantas outras coisas.

Este é o terceiro dia dos namorados que passo com o queridinho. O primeiro em que passamos só os dois. No primeiro, fui a um concerto com uma amiga (e ele foi fazer serenatas a meninas no geral) e no ano passado fomos a um aniversário. Este ano, vamos fazer pizzas (diz ele que vão ser em forma de coração), ver filmes e namorar muito. Eventualmente, beberemos minis (porque estamos com desejos).



Mas já que o dia dos namorados é um dia de amor, então feliz dia para as minhas amigas queridas e para os meus amigos. Que no próximo ano, ainda goste mais de vocês!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Manhãs tristes

Acordar após ter dormido cinco horas, com uma enxaqueca e ainda toda dorida devido a uma queda aparatosa não é nada divertido.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Amnésia

Antes de adormecer na noite passada, pensei numa questão bastante interessante para tratar aqui no blogue. O problema, é que já não me consigo lembrar o que era.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A questão dos amores impossíveis




Posso considerar-me uma pessoa extremamente romântica. Se calhar "estupidamente romântica" seja a definição certa. Não sou romântica de decorar o quarto com pétalas de rosa (até porque isso ia sujar e eu não gosto de perder muito tempo em limpezas) ou de jantares com velas, mas sou uma romântica que adora um livro, um filme ou uma música com uma história de amor bem sofrida (nem vos conto as musicas que já ouvi enquanto penso no que vou escrever).
Os amores impossíveis são os melhores porque o amor dura para sempre. Porque por mais que cada um vá para seu lado, não se vão esquecer um do outro. Não que nos possíveis não dure, mas quando não temos aquilo que queremos somos muito mais intensos. O amor impossível é querer mudar o mundo, ir contra tudo e contra todos, porque o amor impossível está cheio de portas fechadas. O amor impossível é cheio de encontros às escondidas, de histórias mal contadas e de medo. É cheio de cartas de amor e de corações por todos os lados. O amor impossível é o do olhar pensativo que vemos a passar por nós num autocarro (o típico olhar de videoclip). O amor impossível tem mãos dadas a medo, beijos roubados e juras de amor. O amor impossível é cheio de figuras tristes, de um dramatismo extremo: porque é amor. E o amor é não conseguir controlar aquilo que sentimos. Amor impossível tem mais borboletas que o amor "normal", tem quem fique gago e quem comece a suar por ver o seu amor... nem que seja a cem metros de distância.
Os amores impossíveis de que gosto não são os que apenas ficam na cabeça de um, mas sim na dos dois. São aqueles romances vividos entre ambas as partes. Os amores platónicos em que não há sentimento mútuo são só parvos. Meio amor não é amor.
O que torna os amores impossíveis tão arrebatadores é isso mesmo: a impossibilidade. E existem diversos fatores que impedem que esses amores o cheguem a ser. Mas isso agora é o menos.
Estes amores, são muito mais sonhados, idealizados. Talvez seja isso que os torna tão bonitos aos olhos dos outros. Quem nunca perdeu horas a sonhar acordado com um amor que nunca teve?

O amor era impossível, e agora? Agora ... agora, fazes o que as outras pessoas todas fazem e vais viver a tua vida. 




terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

E porque não?

Porque não ter uma disciplina em que o objetivo é escrevermos um guião de uma curta? Porque não ser realizadora por um semestre? Porque não dar largas à imaginação e transpor sonhos para um papel? Porque não fazer uma coisa da qual sou capaz de gostar? Porque não?

Porque estou com a minha criatividade a zeros e tenho de ter um plano até quinta-feira.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os bloggers avisam quando muda o mês.

Sim, estamos em Fevereiro.



Fevereiro é um mês pequeno para compensar Janeiro que parece sempre que nunca acaba. Não sei qual o motivo, mas acho sempre que Janeiro e Agosto são intermináveis. Prefiro Janeiro. Janeiro é sempre aquele mês de esforço redobrado e de tentativas de seguir as minhas linhas imaginárias de como me devo comportar porque o ano muda e temos de ser melhores, e na na na.
Fevereiro começa mal: um da casa dos segredos tentou fazer uma musica e como seria de esperar, está espalhada pelos quatro cantos do facebook. Depois de vida loka, de lobo mau, de tira a mão da minha xuxa, vem aquele dizer que quer swing - quero é swing. Eu respeito. Mas eu estou com um desejo enorme de comer pizza e não faço canções a falar disso. Há uma linha que separa o bom senso da parvoíce. Digo eu! Horas depois da publicação desse vídeo, parece ter sido removido do youtube. Vá lá que saltaram do lado da parvoíce para o do bom senso. Obrigada.