Com estas amigas! Dois passos parecem demasiado. Um passo, parece pouco.
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Karma is a ....
Vieste para o blog reclamar por causa do Tony Carreira?! Então toma, agora leva com ele na RTP1...
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Na roça com os tachos
Hoje fiz o jantar (coisa que acontece três vezes por ano) e aparentemente ficou bom.
Vizinho psicótico
A história que vos trago passou-se ontem à noite e sinceramente, não foi nada engraçada.
Por volta das 2h30 ouvi um enorme palavrão (mesmo estando com os phones nos ouvidos) mas não dei muita importância por achar que tinha sido um bêbedo qualquer que passava aqui pela rua. Eu estava a estudar e o queridinho também. Por isso, a televisão estava com o som baixo e era rara qualquer conversa entre nós.
Entretanto cansei-me e fui para o sofá um bocado enquanto esperava que o queridinho quisesse dormir. Do nada começamos a ouvir o que parecia pancadas no tecto do vizinho, exatamente por baixo da nossa sala. Bateu uma, duas, três... lá soltava uns palavrões e nós sem percebermos. Ainda baixei mais o som da tv (que já estava praticamente muda) mas o senhor continuava a bater não sei no quê. Depois começou a abrir e fechar janelas. Não sei se o rapaz é perturbado ou não, mas eu fiquei assustada.
Comecei a ficar preocupada com uma eventual visita da polícia cá a casa visto que aparentemente a fonte de todo o mal era a nossa casa. Mas não, não foi a polícia que nos visitou, mas sim um rapaz qualquer (talvez o vizinho psicótico), mas quando o meu queridinho abriu a porta já não estava lá ninguém (nem deu tempo ao rapaz para vestir uma camisola e foi logo embora). Só sei que quando ouvi a campainha o meu coração ficou a mil. Sabia lá eu se aquele louco não me queria magoar a mim ou ao meu namorado?! Nunca tinha passado por uma coisa destas e foi extremamente desagradável.
Entretanto fomos para o quarto em silêncio absoluto. Os palavrões e umas frases que não dava para entender continuaram e durante uns 20 minutos andou aparentemente a arrastar móveis.
Finalmente deve ter sido vencido pelo cansaço e deve ter adormecido, felizmente!
Não sei se o rapaz tem algum problema de saúde ou não, até porque nem sei bem quem ele é, mas espero que se vá tratar que eu não estou com cabeça para esquizofrenias alheias.
Por volta das 2h30 ouvi um enorme palavrão (mesmo estando com os phones nos ouvidos) mas não dei muita importância por achar que tinha sido um bêbedo qualquer que passava aqui pela rua. Eu estava a estudar e o queridinho também. Por isso, a televisão estava com o som baixo e era rara qualquer conversa entre nós.
Entretanto cansei-me e fui para o sofá um bocado enquanto esperava que o queridinho quisesse dormir. Do nada começamos a ouvir o que parecia pancadas no tecto do vizinho, exatamente por baixo da nossa sala. Bateu uma, duas, três... lá soltava uns palavrões e nós sem percebermos. Ainda baixei mais o som da tv (que já estava praticamente muda) mas o senhor continuava a bater não sei no quê. Depois começou a abrir e fechar janelas. Não sei se o rapaz é perturbado ou não, mas eu fiquei assustada.
Comecei a ficar preocupada com uma eventual visita da polícia cá a casa visto que aparentemente a fonte de todo o mal era a nossa casa. Mas não, não foi a polícia que nos visitou, mas sim um rapaz qualquer (talvez o vizinho psicótico), mas quando o meu queridinho abriu a porta já não estava lá ninguém (nem deu tempo ao rapaz para vestir uma camisola e foi logo embora). Só sei que quando ouvi a campainha o meu coração ficou a mil. Sabia lá eu se aquele louco não me queria magoar a mim ou ao meu namorado?! Nunca tinha passado por uma coisa destas e foi extremamente desagradável.
Entretanto fomos para o quarto em silêncio absoluto. Os palavrões e umas frases que não dava para entender continuaram e durante uns 20 minutos andou aparentemente a arrastar móveis.
Finalmente deve ter sido vencido pelo cansaço e deve ter adormecido, felizmente!
Não sei se o rapaz tem algum problema de saúde ou não, até porque nem sei bem quem ele é, mas espero que se vá tratar que eu não estou com cabeça para esquizofrenias alheias.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Continente do Tony Carreira
Olá pessoas!
Têm ido ao Continente nos últimos dias? Se sim, sabem do que vou falar...
Como estudante e pessoa que não mora com os pais, as minhas idas ao supermercado são quase diárias. Entre o Pingo Doce, o Continente e por vezes a mercearia ali do vizinho (que tem um belo bigode), perco várias horas mensais em compras para o ninho.
Mas o que vos venho falar hoje é apenas sobre o Continente... e o Tony Carreira.
Ontem à tarde entrei no Continente e começo a ouvir uma música que me era verdadeiramente familiar... e não para minha felicidade. A música era o "depois de ti mais nada" e realmente fiquei com vontade de não ter de ouvir mais nada enquanto ali estivesse. Para mal dos meus pecados, o passeio pelo supermercado demorou mais tempo que o esperado e tive direito a ouvir vários hits do "Cantor de Sonhos" (vi numa qualquer entrevista que ele gosta que lhe chamem assim).
Respeito as parcerias do mega pic-nic Continente/Tony Carreira (estou com a sensação que este ano não é esse o nome, mas tudo bem) e a publicidade que é feita, mas como não sou uma senhora na casa dos 60 de fio de ouro ao peito e uma permanente do cabeleireiro da Arménia ali da outra rua, não me dá ânimo percorrer corredores a ouvir "Dois Corações Sozinhos" (espero que seja este o nome) e muito menos andar a mexer na fruta (isto soa TÃO bem) a ouvir os "sonhos de menino" do artista.
Mas pronto, parece-me que até ao fim desta semana não me livro do senhor António Antunes.
VÃO AO PINGO DOCE!
Têm ido ao Continente nos últimos dias? Se sim, sabem do que vou falar...
Como estudante e pessoa que não mora com os pais, as minhas idas ao supermercado são quase diárias. Entre o Pingo Doce, o Continente e por vezes a mercearia ali do vizinho (que tem um belo bigode), perco várias horas mensais em compras para o ninho.
Mas o que vos venho falar hoje é apenas sobre o Continente... e o Tony Carreira.
Ontem à tarde entrei no Continente e começo a ouvir uma música que me era verdadeiramente familiar... e não para minha felicidade. A música era o "depois de ti mais nada" e realmente fiquei com vontade de não ter de ouvir mais nada enquanto ali estivesse. Para mal dos meus pecados, o passeio pelo supermercado demorou mais tempo que o esperado e tive direito a ouvir vários hits do "Cantor de Sonhos" (vi numa qualquer entrevista que ele gosta que lhe chamem assim).
Respeito as parcerias do mega pic-nic Continente/Tony Carreira (estou com a sensação que este ano não é esse o nome, mas tudo bem) e a publicidade que é feita, mas como não sou uma senhora na casa dos 60 de fio de ouro ao peito e uma permanente do cabeleireiro da Arménia ali da outra rua, não me dá ânimo percorrer corredores a ouvir "Dois Corações Sozinhos" (espero que seja este o nome) e muito menos andar a mexer na fruta (isto soa TÃO bem) a ouvir os "sonhos de menino" do artista.
Mas pronto, parece-me que até ao fim desta semana não me livro do senhor António Antunes.
VÃO AO PINGO DOCE!
terça-feira, 25 de junho de 2013
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