segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PRONTO!

Arranjaram um trabalho à altura da Alexandra Lencastre... apresentar o diário da tarde do Secret Story 4.
Quantos minutos será que leva a querer despir-se e ir para a casa?

Gregório

Pois bem. Estou de volta.
Afinal houve uma alteração na minha doença de ontem: tive uma gripe até às 3 da manhã. A seguir a isso (se bem que já tinha recebido uns sinais antes), deu-se por aqui uma intoxicação alimentar.
Passei a noite em febres, tentativas de descansar e em longas conversas com o Gregório.

Não fossem os meus pais, os melhores do mundo, não teriam vindo logo em meu auxílio. A minha mãe vai ficar a cuidar de mim até melhorar e o meu pai voltou para a nossa terra. Resta-me ficar melhor!

domingo, 29 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Chuvinha boa


Finalmente o calor infernal está a desaparecer e aqui por Faro já temos direito a alguns pingos de chuva.
Agora a blogosfera vai encher-se de pessoas que estão tristes com a chuva. Para elas tenho a imagem seguinte:



Bom fim de semana para o mundo em geral.
Vou estar ausente durante os dias que se seguem pois vou até casa. Além de ir matar saudades da mana (que não vejo desde a Páscoa) e dos papás, vou votar! Façam o mesmo!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

I ... Love it?

Uhm... not really!
Num outro post disse que iria fazer um sobre essa nova série do estilo Morangos com Açúcar (só que numa versão pior). Sendo assim, vamos falar sobre o que eu achei tendo em conta o pouco que vi:

Há uma querida, dona de um casarão, que por obra da sua amiga angolana, transforma a casa num albergue para estudantes.
A querida quer ser cantora e tem um puto giro e mau atrás dela. Mas ela gosta mesmo é do moço que trabalha numa pizzaria.
Na casa da querida vivem:
  • A angolana - que quer ser estilista ou algo do género. O problema desta é que quando abre a boca, parece que saiu de um bairro menos bom e é um bocadinho exagerada. 
  • A transmontana - é um caso flagrante de como a investigação feita para certos papeis é zero. Podiam fazê-la uma pessoa simples, que está habituada à vida no campo, mas que não é tola nenhuma (pelo contrário). Mas não! Fazem com que os transmontanos pareçam uns retardados que nunca viram nada na vida e que a única coisa que sabem fazer é cuidar da casa, cozinhar e agir como saloios. 
  • O brasileiro - que não o é. Só sabe dizer "porra" e pouco mais. 
  • O açoriano - é um tarado que só quer saltar para cima de tudo o que mexe. Se não fosse falar micaelense, podia jurar que ele era filho do Zezé Camarinha. Ah, e sim, ele é mesmo o senhor da Vaqueiro Sabores.
Como é que se devem sentir as pessoas das zonas abordadas por esta gente? A TVI podia pensar duas vezes antes de pensar em criar péssimos estereótipos de regiões e países em que goza forte e feio com esses mesmos, levando-os a cair no ridículo.

E acho que a "novela" é mais ou menos isto.

NASA

Consta que a NASA está a recrutar pessoas para passarem 70 dias deitadas. 13 mil euros por mês e a única coisa que tens de fazer é ficar ali, deitado, sem te mexeres muito.
Por muito que goste de estar deitada, não sei se era trabalho para mim. Ao fim de 10 dias, a minha coluna estava transformada em gelatina e já nem com uma grua que me tiravam da cama.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pessoas que usam cuecas em festas

É NORMAL!
O que não é normal é a tendência que há agora de ir a eventos cheios de glamour com vestidos extremamente transparentes em que a cueca está ali para quem quiser ver.
Não considero extravagante, considero labrego. Uma mulher fica mil vezes mais composta quando não mostra a roupa interior - mas acho que isso já toda a gente sabe.
Este post vem a propósito dos Emmys - cuja cerimónia foi na noite passada - onde havia gente com vestidos verdadeiramente bonitos, havia a senhora do Scandal de camisa de dormir, pessoas prontas para ir a um velório no caso de alguém ter um fanico no decorrer da entrega de prémios e pessoas com cuecas de gola alta à vista.


Não é giro. Não tem classe. Parece que se esqueceu do forro do vestido (ou que o arrancou) antes de sair de casa.